
Como uso a inteligência artificial.
O processo hoje é este:
Defino o objetivo, os critérios de sucesso e a forma de verificá-los; o agente resolve o como; e cada instrução extra precisa conquistar seu lugar com evidências de que é necessária.
Disso decorrem sete aprendizados. Três são de critério (o que continua sendo humano, por que verificá-lo e onde o modelo falha). Dois são de projeto (instruções mínimas, aproveitar capacidades latentes). Dois são de ofício (como escrever instruções e como ampliar o trabalho para muitos agentes).
A ferramenta ajuda. O critério continua sendo meu.
Delimitar a tarefa
Definir o que preciso resolver e com quais informações, sem delegar à ferramenta a escolha do objetivo.
Revisar o resultado
Conferir fontes identificáveis, verificar cálculos e distinguir dados, inferências e questões ainda pendentes de verificação.
Explicar os limites
Registrar decisões e intervenções relevantes de IA. Se não consigo sustentar um resultado, indicar isso antes de apresentá-lo como conclusão.
Onde está aplicado
O método está escrito no manual Fluxos de IA rastreáveis.
Aspiro a uma tecnologia que amplie nossas capacidades e nossa autonomia.
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